Acordo palpitando
Acho que estou infartando
Ok, não é nada disso
O coração confundiu
Aquilo que era bom
Com algo pesado
Não faz o menor sentido
Viver encalacrado
Sentir o fígado
Morrer sem ser amado
Migalhas, partidas e ternuras
Você me fala sobre fofuras
Mas sei que há outras figuras
Não quero te ver flertando
Eu tô me interessando
E você fica se chegando
Dias sim, outros nem tanto
Fico matutando
Fico aguardando
Ai que palpitação
Ai que azaração
Aí que atiçamento
Queria que fosse verdade
Todo esse "sentimento"
Sonho contigo
Eu que nem sonhos tenho
Penso em você com outro sentido
O de querer ser só meu amigo
Com mulheres baixinhas
E de cabelos esvoaçantes
Cantoras cantarolantes
Tu nem nos meus sonhos
Incentiva meus devaneios viajantes
Quantos assuntos
Preciso dominar
Pra que possa o controle cessar
E pra que eu seja interessante?
Baby
Tu me põe na estante
Não tem vontade
Não busca saber o que digo
Meu blog é meu abrigo
E você nem compartilha comigo
Teus poemas infinitos
Tuas lutas constantes consigo
Afinal, comigo, né? Por qual motivo?
Nada alivia o peito
Peço a gentileza de fazer direito
Eu não vou mais sentir fome
Não vou dizer seu nome
Isso não é megafone
Mas já tô de saco cheio desse lambe lambe
quinta-feira, julho 16, 2020
quarta-feira, julho 08, 2020
Vi aquelas borboletas ali .
Vi aquelas borboletas ali
Ao enveredarem por caminhos desconhecidos
Elas pousaram no meu coração
Eu não queria
Borboletas são bonitas, se transformam
Esse pouso não teve beleza
Imagine uma mente complexa, imaginativa
Agora, crie os piores cenários:
Um conversando com o outro, chamando para dançar
Uma dança da morte. Aquela dança que parte de uma risada
desesperadora
E que desespero, meu Deus
Um grito preso na garganta. Uma ansiedade agonizante que
assola o coração
O choro, que sai lavando a alma
Pois bem, meu cérebro é essa dança
Que desengonça. Que bagunça, que mexe com a realidade
Por qual razão as borboletas me impactaram tanto?
Não sei
Quer dizer, sei sim:
Uma ideia de perfeição, talvez
De uma linda história de amor. Ou de várias
Algo sentido e que tampouco possa ser meu um dia
Que sensação estranha, essa de passar calor,
Ficar tremendo de frio em uma fração de segundos
Ficar tremendo de frio em uma fração de segundos
E sorrir: de alegria, daquilo que nem sabemos se ocorrerá
Numa relva de maciez e constância,
A minha inconstância me freou
E que tristeza tamanha
Não precisa de café na cama
Apenas dessa lembrança, de fingir que se ama
Só me arranha, não me estranha, se assanha
Morde, tira meu pedaço
Me faz o teu laço, sem barganha
Sempre disse que era na tristeza que as palavras vinham
Elas vieram e ficaram, condensaram
Cristalizaram
Cristalizaram
E, por fim, gargalhei de tanto chorar
Porque sou entranha
Uma figura peculiar
segunda-feira, outubro 23, 2017
Escondida de mim .
Escondida de mim
Mártires compartilhados
Ninguém te vê.
Um coração tão grande
Em sua imensidão
Perdido na multidão.
Sorrisos infundados
De risadas dementes
Somos fortes, somos fracos
Nos encontramos na encruzilhada.
Sonhos alucinantes
Cada um por si
Deus por todos.
Amordaçada, encanada
Sem acesso.
Titubeia perante os percalços
Dantes nunca avistados.
O que dói é não cantar
Fingir ser e não cessar
Continuarei escondida
Tentando não pensar.
Mártires compartilhados
Ninguém te vê.
Um coração tão grande
Em sua imensidão
Perdido na multidão.
Sorrisos infundados
De risadas dementes
Somos fortes, somos fracos
Nos encontramos na encruzilhada.
Sonhos alucinantes
Cada um por si
Deus por todos.
Amordaçada, encanada
Sem acesso.
Titubeia perante os percalços
Dantes nunca avistados.
O que dói é não cantar
Fingir ser e não cessar
Continuarei escondida
Tentando não pensar.
sábado, setembro 02, 2017
Quotidiano .
Tom Jobim na escuta.
Táxi confortável, ida para minha residência.
A vida é cheia desses momentos encantadores e que nunca enxergamos.
A terapia de hoje superou minhas expectativas. Expectativas que, segundo minha própria terapeuta, crio sem nem ao menos perceber.
Preciso aprender a me equilibrar mais, a fazer atividades físicas e me reinventar.
Tarefa difícil para nós humanos, mas muito mais fácil quando temos um profissional tão qualificado em nosso lado.
A vida é cheia desses momentos encantadores e que nunca enxergamos.
A terapia de hoje superou minhas expectativas. Expectativas que, segundo minha própria terapeuta, crio sem nem ao menos perceber.
Preciso aprender a me equilibrar mais, a fazer atividades físicas e me reinventar.
Tarefa difícil para nós humanos, mas muito mais fácil quando temos um profissional tão qualificado em nosso lado.
Eu só consigo sentir gratidão por toda esta mudança que vem ocorrendo em minha vida. Tudo gira ao nosso favor quando mudamos nossa vibração. Até voltei a ler e escrever! Uma paixão que estava adormecida...
Enfim, parece que novos ares estou respirando e que o meu mentor espiritual está aqui.
Obrigada, Deus, Jesus e anjo da guarda. Que eu seja instrumento de transformação e mudança não apenas para mim, mas para todos e por onde eu passar.
Namastê.
Enfim, parece que novos ares estou respirando e que o meu mentor espiritual está aqui.
Obrigada, Deus, Jesus e anjo da guarda. Que eu seja instrumento de transformação e mudança não apenas para mim, mas para todos e por onde eu passar.
Namastê.
segunda-feira, junho 05, 2017
Oxe, eu sou dona disso aqui?!
São muitos anos escrevendo aqui.
Sempre acreditei que, no auge dos meus 28 anos, eu teria muitas histórias para contar: viagens incríveis, amores impossíveis e cotidianos totalmente diferentes.
Pois bem, muita coisa mudou com a Cristina que vos fala, no entanto, contudo e todavia nem tanto.
Pois bem, muita coisa mudou com a Cristina que vos fala, no entanto, contudo e todavia nem tanto.
A minha vida foi desenhada de uma maneira totalmente diferente da qual imaginei.
Ok, não imaginei um dia-a-dia cor de rosa e incrivelmente perfeito, mas achei que realmente teria mais histórias para contar.
Eu que passei quase todo esse tempo escrevendo e confabulando sobre minha vida amorosa, hoje estou casada.
Casa, trabalho, rotina, casa, gatos, limpa cocô, trabalha mais um pouco, acorda mais cedo, chora na terapia, encontra os amigos quando dá... *Ufa!* Que vida!
Casa, trabalho, rotina, casa, gatos, limpa cocô, trabalha mais um pouco, acorda mais cedo, chora na terapia, encontra os amigos quando dá... *Ufa!* Que vida!
Confesso que perco (grande) parte de meu tempo reclamando. Reclamando do que eu poderia ser, do que eu poderia estar fazendo...
Prezados, se fosse fácil todos nós estávamos fazendo o que bem quiséssemos. Mas a realidade é bem diferente e muito mais avassaladora do que parece.
Prezados, se fosse fácil todos nós estávamos fazendo o que bem quiséssemos. Mas a realidade é bem diferente e muito mais avassaladora do que parece.
Apesar de todos os pesares ditos anteriormente eu amo estar casada. É muito bom sentir uma sensação de completude, de reciprocidade, de amor verdadeiro, sabe? É muito raro sentir paz. É muito raro sentir todas as sensações em uma pessoa só. Eu vivo meus arranca rabos com o meu amor, mas são tão raros esses momentos que me esqueço por completo de transmitir energia negativa na minha casa.
Uau! Esse termo "minha casa" foi pesado! Mas, é isso!
Moramos juntos, dividimos os problemas, as alegrias, de tudo um pouco. E é uma mistureba boa. Capricórnio e Leão. Quem diria, não é não?
Escrever sobre tudo isso me deixou feliz. Lembrou-me de que sou uma garota muito mais do que legal, que conquistou já tantas coisas, que amadureceu e sofreu com as situações adversas, mas que sempre colocou um sorriso no rosto com a tentativa de que tudo poderia mudar para melhor.
Prefiro deixar para outro dia a continuação do meus tenros 28 anos.
Escrever sobre tudo isso me deixou feliz. Lembrou-me de que sou uma garota muito mais do que legal, que conquistou já tantas coisas, que amadureceu e sofreu com as situações adversas, mas que sempre colocou um sorriso no rosto com a tentativa de que tudo poderia mudar para melhor.
Prefiro deixar para outro dia a continuação do meus tenros 28 anos.
Volto já,
Cri.
Cri.
segunda-feira, agosto 08, 2016
Bipolaridade .
Não sinto mais vontade de escrever.
Minhas memórias estão perdidas.
Minhas intenções são cerceadas.
Será que de fato vale viver assim?
Não ter expectativas, anseios, desejos, sonhos, álibis, conceitos, lamúrias.
A vontade súbita que tinha de, por incessantes vezes, expor o que sentia através de minhas palavras se foi.
Hoje apenas espero o dia acabar e terminar por si só.
Meio melancolia, meio desespero, meio gargalhada, meio desapego: os olhos enxergaram o que já não deveriam ver.
Tanta bipolaridade em tanto ser, tanta vontade sem querer.
Tanta monotonia, tanta rotina.
Queria encostar em você.
Cansativa esta vida! Parece que não faço parte.
Desta arte que machuca, da imensidão que não me ajuda.
Minhas memórias estão perdidas.
Minhas intenções são cerceadas.
Será que de fato vale viver assim?
Não ter expectativas, anseios, desejos, sonhos, álibis, conceitos, lamúrias.
[Faz muito tempo que não escrevo. Mas muito tempo mesmo.]
A vontade súbita que tinha de, por incessantes vezes, expor o que sentia através de minhas palavras se foi.
Hoje apenas espero o dia acabar e terminar por si só.
Meio melancolia, meio desespero, meio gargalhada, meio desapego: os olhos enxergaram o que já não deveriam ver.
Tanta bipolaridade em tanto ser, tanta vontade sem querer.
Tanta monotonia, tanta rotina.
Queria encostar em você.
Cansativa esta vida! Parece que não faço parte.
Desta arte que machuca, da imensidão que não me ajuda.
terça-feira, maio 24, 2016
Vitimismo não!
Você se sente o cocô do cavalo do bandido.
Acorda com crise de ansiedade.
Busca, incessantemente, uma oportunidade.
Não te dão: aqui não tá rolando vitimismo não.
Tá tendo luta, mas também tá tendo cansaço.
E você se surpreende e repara que tanta gente, mesmo não te vendo há tanto tempo, está disposto a te ajudar.
Mais do que aquele coleguinha que convive o dia inteiro com você.
Mais do que gente que te jurou amor eterno.
Eu? Eu vejo amor nos pequenos gestos.
Mesmo quando não podemos ajudar, podemos oferecer solidariedade.
Em todo o momento que pude indicar qualquer pessoa para o mercado de trabalho eu o fiz.
Não esperamos nada em troca se praticamos a caridade.
Mas é chato não esperar nada de ninguém, né?
É como se não tivéssemos mais esperança na humanidade.
"Não fale em crise, trabalhe".
Ah, primeiro me arranje um trabalho e pare de falar asneiras!
Acorda com crise de ansiedade.
Busca, incessantemente, uma oportunidade.
Não te dão: aqui não tá rolando vitimismo não.
Tá tendo luta, mas também tá tendo cansaço.
E você se surpreende e repara que tanta gente, mesmo não te vendo há tanto tempo, está disposto a te ajudar.
Mais do que aquele coleguinha que convive o dia inteiro com você.
Mais do que gente que te jurou amor eterno.
Eu? Eu vejo amor nos pequenos gestos.
Mesmo quando não podemos ajudar, podemos oferecer solidariedade.
Em todo o momento que pude indicar qualquer pessoa para o mercado de trabalho eu o fiz.
Não esperamos nada em troca se praticamos a caridade.
Mas é chato não esperar nada de ninguém, né?
É como se não tivéssemos mais esperança na humanidade.
"Não fale em crise, trabalhe".
Ah, primeiro me arranje um trabalho e pare de falar asneiras!
terça-feira, fevereiro 24, 2015
Revolta infundada e vaidade ferida .
Quanto tempo não venho até meu calabouço;
Nem é por falta de tempo, mas sim por falta de vergonha na cara.
Mas não adianta, sempre voltamos ao que gostamos. Não há necessidade de inspiração. Creio que todo pensamento jogado ao vento pode ser reaproveitado em um texto.
Venho por meio deste apresentar-lhes meu novo post, que se refere à revolta infundada e à vaidade ferida de certos tipos de pessoa.
Desde os primórdios do capitalismo, o que sempre moveu o mundo foi a grana.
O ter antes do ser ultrapassa quaisquer barreiras e é algo que me deixa completamente fora de mim, ou melhor, PU-TA!
Não vou entrar no mérito de que eu não consegui me encontrar, porque até hoje o problema de falta de foco na vida não foi resolvido. Também não vou ficar me lamentando porque trabalho em um lugar que nada tem que ver comigo.
O que acontece, na real, é que trabalho como recepcionista bilíngue e, muitas das vezes, acabo me auto-sabotando por não saber deixar a sensibilidade de lado.
Todos vão me dizer, ah 'artista demais, sensível demais'.
SIM! Artista! Artista do ser, do que sou, do que vejo, do que sinto.
Não me sinto envergonhada como antes de não estar adaptada ao mundo corporativo.
O que me incomoda de fato é que essa substituição dos valores na nossa sociedade transforma as pessoas de uma forma que, mesmo aos 26 anos, ainda consigo me surpreender!
Gente que tem menos do que eu tenho, que quer passar por cima de qualquer um por conta de um privilégio assumido e que dá "piti" se algo sai de seu alcance. Revolta infundada e vaidade ferida. UI! QUE MEDO!
Gente que humilha, porque acha que é alguém mais importante porque tem um Iphone 6 e bens (nem sempre) declarados em seu imposto de renda.
Gente que pode ganhar milhões, mas que esquece de ser gente em primeiro lugar.
Eu quero distância desse tipo de pessoa. Não entendo por quê elas sempre aparecem em minha vida. Provavelmente, deve ser alguma provação de Jesus Cristo, porque sinceramente, tenho muita preguiça disso. Ou então, devo ter sido uma boa de uma escrota em outra vida!
*A paciência vai a zero!*
Sempre vai ter alguém achando que tá sendo legal perguntando da sua vida de cantorias e teatro e sempre vou acreditar que na verdade ou eu sou muito boa com esse lance de cantorias e teatro, ou que não sirvo mais pra nenhum tipo de trabalho burocrático mesmo, porque assim.. posso ser artista, mas não sou SOMENTE artista. Sou GENTE também, em primeiro lugar. Fiz bacharel em letras na Universidade Federal do Rio de Janeiro e sou, (enfim), recepcionista bilíngue. Essa é a minha atual condição e função e eu não me envergonho disso! Passei por tanto tempo amargurada, que escrever sobre isso, hoje em dia, é como se fosse minha própria libertação! Alforria de angústia.
*A paciência vai a zero!*
A falta de educação já está tão intrínseca nesse tipo de gente, que um simples "bom dia" é aquele típico caso de onde a voz fica embargada. É aquela dificuldade de ser gentil. Aquela dificuldade de pronunciar 2 palavrinhas mágicas que talvez mudem a vida de quem as está escutando por completo.
Sempre vai ter alguém achando que tá sendo legal perguntando da sua vida de cantorias e teatro e sempre vou acreditar que na verdade ou eu sou muito boa com esse lance de cantorias e teatro, ou que não sirvo mais pra nenhum tipo de trabalho burocrático mesmo, porque assim.. posso ser artista, mas não sou SOMENTE artista. Sou GENTE também, em primeiro lugar. Fiz bacharel em letras na Universidade Federal do Rio de Janeiro e sou, (enfim), recepcionista bilíngue. Essa é a minha atual condição e função e eu não me envergonho disso! Passei por tanto tempo amargurada, que escrever sobre isso, hoje em dia, é como se fosse minha própria libertação! Alforria de angústia.
Sei que tudo isso não importa, porque nunca importará.
A vida tem que seguir.
A vida tem que seguir.
E se eu me importar, aí sim, não vai valer de nada.
Mas ainda assim me importo.
Mas ainda assim me importo.
A única coisa que posso afirmar é que as maiores porradas que levamos da vida são as que nos levam à glória. Ninguém sabe se é bom em algo se não antes houver a tentativa. Ninguém consegue sem luta e sem suas devidas quedas. Muito menos levamos nossas jóias, bens, carros importados e iphone's para o caixão. Tudo fica. Inclusive a imagem e a impressão que você causou no mundo.
Por isso, canalize sua energia para gente positiva. Porque o resto é apenas o resto.
A negatividade se encarrega...
Por isso, canalize sua energia para gente positiva. Porque o resto é apenas o resto.
A negatividade se encarrega...
quinta-feira, julho 10, 2014
Mandamentos do almoço no Centro do Rio de Janeiro .
Resumo do que aprendi almoçando sozinha e, diariamente, no Centro do RJ:
1) Tomara que caia é utilizado "a rodo" com sutiã, e as lymdas acham que arrasam.
2) TODO O UNIVERSO odeia seu chefe. O almoço é utilizado como válvula de escape para reclamações de todo o tipo. Como almoço no forever alone, já prestei atenção em muitas conversas alheias - sim, a solidão faz a gente se sentir amigo do "amiguinho" que nem imagina que você está ouvindo a conversa e todos, repito: TODOS estão insatisfeitos/xingando/na maior bad/#chateados com o emprego atual. Sim, isso é uma hashtag.
3) Homens engravatados se acham super-poderosos, no entanto tropeçam muito mais que nós mulheres. Caem tão feio que ficam até com vergonha.
4) Se você não odeia o seu chefe, agradeça diariamente a Deus e a todos os Santos, porque você é agraciado(a) por Ele e pelas entidades que aqui habitam neste mundo terreno.
5) Mulheres ainda têm a audácia de se sentirem seres flutuantes: caminham em cima de saltos, que podem matar qualquer um, em paralelepípedos, mesmo acontecendo um vendaval ou uma chuva del carajo; VALENTES, hein?
6) Almoçar sozinho te dá muita criatividade;
7) Almoçar sozinho NÃO é legal;
8) Os empresários rycos, realmente têm muito dinheiro, mas cagam MAL. Sabe tipo quando matam rato? Pois é, eles cagam e é FEDIDO PARA CARALHO! Posso não ter dinheiro, mas pelo menos não passo vergonha por cagar tão MAL! Deixe aqui sua risada para os empresários fedidos ...
(hahahahahahahahahhahaha - ad eternum)
(hahahahahahahahahhahaha - ad eternum)
9) Seu chefe sempre, leia novamente, SEMPRE, te humilhará e te mandará fazer 32768362787632 coisas 10 minutos antes do seu horário de saída. Não se sinta mal, faz parte de todo chefe ser um pouco (TIPO, MUITO) babaca. E você pegando sua bolsinha ou carteira para ir embora? Como diria o grande pensador contemporâneo Washington, Cumpadi: "Sabe de nada inocente!"
10) Se você é maravilhoso, faz o que ama e tem um chefe FOREVER YOUNG de amor para sempre ...
PARABÉNS, MAIS UMA VEZ!
Ps: Vamos rir para não chorar.
sábado, outubro 05, 2013
Mix de alegria e tristeza .
Nunca pensei que fosse ter um dia como este. Como o ciclo da vida é louco!
Em um mesmo fucking dia acontecerá o enterro de meu sogro e o casamento da irmã de minha melhor amiga, que também é como se fosse da minha família.
Dói muito ter que me desdobrar em duas Cristinas, que em um momento está feliz e depois está numa tristeza desoladora.
Desde que nascemos sabemos que nossa única certeza é a de que morreremos um dia. Mas nunca achamos que isso pode nos atingir. Somos muito tolos! E por isso, seres-humanos!
Devemos saber lidar com a alegria e a tristeza, como um mix, daqueles que trituram alimentos: só que no meu caso sentimentos.
Sinto que vou explodir.
Desejo toda a força do mundo ao meu namorado e toda a sua família;
Desejo todo amor que houver nessa vida pra Adriana e Irvinng.
Ufa... Terminei!
segunda-feira, julho 01, 2013
Mandar a "real" .
Quem é mulher, solteira e heterossexual como eu entenderá este post.
Quem nunca passou pela situação de ter que mandar a "real" para algum cara?
Eu acho muito engraçado.. Os homens podem encher o saco da gente, podem nos pegar só para trepar, podem escrotizar nosso coração e ainda acham que a mulher não tem a obrigação de mandar a "real" quando lhe convém?
Nós também queremos diversão, queremos sexo quando bem entendermos e também gostamos de usar vocês. A diferença é que no meio disso a gente mongoliza e se apaixona, e começa a fazer tudo errado.
A melhor fase da vida é quando estamos solteiras e não apaixonadas. Ficamos com quem queremos e não estamos nos preocupando..Não nos preocupamos porque sabemos que será uma aventura passageira e é o gosto de aventura que nos deixa excitadas.
O homem com o seu instinto faz tudo porque é "HOMEM". Nós, ficamos que nem idiotas esperando ligação, uma sms, um whatsapp e até aquela curtida banal. Temos que ser pudicas para os outros e safadas na cama. Devemos ter o melhor boquete do universo e além disso saber cozinhar, fazer massagem, strip-tease, ter filhos, aturar tpm.
Os homens não aturam a maioria das coisas que nos deixam irritadas. É por isso que são seres que não vêem problema em nada. Está sempre tudo bem, não é? É você que tá maluca ou neurótica pensando em um monte de coisas (coisas que sabemos que têm, em sua maioria, fundamento), né?
Sabe, eu não vivo sem os homens, longe de mim. Gosto muito deles por sinal. Só que temos que ser sinceras. Esse lance de "joguinho" já deu. Nossas singularidades delimitam nossa identidade.
Não existe culpa. Carregamos isso por sermos mulheres e únicas.
domingo, junho 30, 2013
O que incomoda .
Pessoas não nascem com manual, e não é a toa que por isso são seres-humanos e não máquinas.
Por quê estou abrindo o post com isso? Simples. Se pudéssemos programar os outros e nós mesmos acho que tudo seria mais fácil.
Nunca imaginei que conseguisse listar todas as coisas que me incomodam, afinal são muitas, mas acho que o momento atual requer reflexão.
Muitos me dizem e já me disseram que me importo demais com as pessoas. Até que ponto isso pode ME decepcionar? É muito difícil, para mim, ser tão sozinha e acabo colocando em meus amigos todas as responsabilidades de não me deixar tão sozinha. Mas isso é bobeira, pois DEVEMOS aprender a viver sozinhos.
É aí que reside o problema: todos nós possuímos nossas prioridades e a partir do momento que damos prioridade à algumas pessoas e deixamos de lado outras reparamos em quanto estamos errados.
Essas tais prioridades, ditas por mim, podem ser qualquer coisa: namorado, emprego, ocupações diversas e até amigos que nos deixam mais felizes que outros.
E se aquele amigo que não te vê há séculos se importar mais com você do que aquele do dia-a-dia?! E se você reparou nisso tarde demais?!
Dá pra correr atrás do tempo perdido? Não sei, mas tenho medo de acabar ficando sozinha, não apenas pelo meu jeito de amiga zelosa, mas também porque creio que a consideração vem, antes de tudo, com palavras. Quando faltam palavras pra te acolher você se sente sozinha e é ai que os amigos entram.
É válido insistir em uma "relação" onde apenas uma das partes está incomodada?
O problema pode ser eu sim e, se for, me recolherei a minha atual insignificância.
segunda-feira, abril 22, 2013
Insatisfação da vida .
Faz muito tempo que eu não escrevo aqui. É ridículo, pois ao mesmo tempo que sinto vontade de escrever tudo o que penso, não me acho capaz para tal feito e no final perco o fim da meada.
Desta vez, vou tentar ser sucinta e objetiva no foco deste post, que nada mais é do que falar mal da vida.
Quem nunca falou mal da sua vida, pra mim das duas uma: ou é filho do Eike Batista ou ... ah! Acho que essa é a única opção válida, risos.
Falando sério: eu, Cristina, nos meus atuais vinte e quatro anos, nunca parei de reclamar da minha vida. Parece que tudo o que temos no momento presente é insuficiente quando colocamos nossas verdadeiras vontades em xeque. O tal "correr atrás do sonho" se tornou frase feita. Desde quando PODEMOS correr realmente atrás do que queremos?
Eu, por exemplo, consegui me formar no curso de Bacharel em Letras/Português-Espanhol - leia-se: sem nunca ter repetido nada - na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Quem lê isso deve achar: nossa! Que incrível! Essa garota é um prodígio!
E é aí que está: eu não sou prodígio, nunca fui prodígio, nem nunca serei prodígio. Sempre fui mediana em todas as funções que exerci na minha vida, como: aluna da escola, da graduação, da vida.
Como todo ser-humano tenho defeitos e o que mais me corrói é o fato de nunca achar que estou no caminho certo de nada. "Pessimista!" Se estou com um cara, sempre acho que pode acontecer algo que acabe nossa "pseudo-relação" mas, na verdade, sei que isso é fruto da minha insegurança; se começo um novo emprego, as minhas expectativas já são tão negativas que penso se isso valeu a pena mesmo, se termino uma faculdade acredito não ter feito certo.Aí eu me pergunto: será que isso é pessimismo mesmo ou é por quê eu simplesmente não consigo aceitar minha atual conjectura de vida?
Se tais caminhos, ditos anteriormente, foram percorridos por mim, sem nunca ter havido uma desistência... Será que foi por covardia ou por quê era a melhor decisão a ser feita? Mais uma vez: tá aí, nunca saberemos tais respostas.
Comecei bem, consegui assumir meus defeitos. O principal passo é o da auto-aceitação, risos.
FOCO, CRISTINA, FOCO!
Eu só queria dizer que estou insatisfeita. Sim, estou sempre insatisfeita. Sou medrosa, insegura, boba e até ranzinza. A única coisa que eu desejaria é viver em paz comigo mesma. Sinto-me incapaz de mudar, sinto-me triste por achar que nunca vou conseguir ter nem meu desejado carrinho.
A vida tá cara por demais! Vide o preço do tomate! (risos, não podia faltar a tal piada do tomate!)...
Sério, é triste parecer que você é o tipo de pessoa que "reclama de barriga cheia", sendo que, na real, você sente fome de se sentir feliz.
O correto é: se você teme, acha que algo não está dando certo na sua vida, você tem que fazer algo para mudá-la! Eu só consigo ir com a maré, e tudo por não achar que sou capaz de ser: uma boa filha, uma boa professora, uma boa namorada, uma boa mãe, uma boa cantora, uma boa atriz, uma boa Cristina.
Esse post tá um devaneio só. Mas se não fosse confuso, não seria eu.
Definitivamente preciso de um psicólogo. Agora é ver se o emprego atual permite você fazer tudo o que quer, o que sempre sonhou...
A resposta: DEFINITIVAMENTE NÃO!
Desta vez, vou tentar ser sucinta e objetiva no foco deste post, que nada mais é do que falar mal da vida.
Quem nunca falou mal da sua vida, pra mim das duas uma: ou é filho do Eike Batista ou ... ah! Acho que essa é a única opção válida, risos.
Falando sério: eu, Cristina, nos meus atuais vinte e quatro anos, nunca parei de reclamar da minha vida. Parece que tudo o que temos no momento presente é insuficiente quando colocamos nossas verdadeiras vontades em xeque. O tal "correr atrás do sonho" se tornou frase feita. Desde quando PODEMOS correr realmente atrás do que queremos?
Eu, por exemplo, consegui me formar no curso de Bacharel em Letras/Português-Espanhol - leia-se: sem nunca ter repetido nada - na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Quem lê isso deve achar: nossa! Que incrível! Essa garota é um prodígio!
E é aí que está: eu não sou prodígio, nunca fui prodígio, nem nunca serei prodígio. Sempre fui mediana em todas as funções que exerci na minha vida, como: aluna da escola, da graduação, da vida.
Como todo ser-humano tenho defeitos e o que mais me corrói é o fato de nunca achar que estou no caminho certo de nada. "Pessimista!" Se estou com um cara, sempre acho que pode acontecer algo que acabe nossa "pseudo-relação" mas, na verdade, sei que isso é fruto da minha insegurança; se começo um novo emprego, as minhas expectativas já são tão negativas que penso se isso valeu a pena mesmo, se termino uma faculdade acredito não ter feito certo.Aí eu me pergunto: será que isso é pessimismo mesmo ou é por quê eu simplesmente não consigo aceitar minha atual conjectura de vida?
Se tais caminhos, ditos anteriormente, foram percorridos por mim, sem nunca ter havido uma desistência... Será que foi por covardia ou por quê era a melhor decisão a ser feita? Mais uma vez: tá aí, nunca saberemos tais respostas.
Comecei bem, consegui assumir meus defeitos. O principal passo é o da auto-aceitação, risos.
FOCO, CRISTINA, FOCO!
Eu só queria dizer que estou insatisfeita. Sim, estou sempre insatisfeita. Sou medrosa, insegura, boba e até ranzinza. A única coisa que eu desejaria é viver em paz comigo mesma. Sinto-me incapaz de mudar, sinto-me triste por achar que nunca vou conseguir ter nem meu desejado carrinho.
A vida tá cara por demais! Vide o preço do tomate! (risos, não podia faltar a tal piada do tomate!)...
Sério, é triste parecer que você é o tipo de pessoa que "reclama de barriga cheia", sendo que, na real, você sente fome de se sentir feliz.
O correto é: se você teme, acha que algo não está dando certo na sua vida, você tem que fazer algo para mudá-la! Eu só consigo ir com a maré, e tudo por não achar que sou capaz de ser: uma boa filha, uma boa professora, uma boa namorada, uma boa mãe, uma boa cantora, uma boa atriz, uma boa Cristina.
Esse post tá um devaneio só. Mas se não fosse confuso, não seria eu.
Definitivamente preciso de um psicólogo. Agora é ver se o emprego atual permite você fazer tudo o que quer, o que sempre sonhou...
A resposta: DEFINITIVAMENTE NÃO!
sexta-feira, novembro 23, 2012
Eu quero muito terminar este desabafo .
Você foi embora mesmo. É, mesmo, mesmo. Desculpem-me pelas
repetições, é que até agora eu não havia pensado no conjunto de gente que foi
embora da minha vida. Mas que diferença faz?
Depende.
Nenhum de vocês voltou, nenhum de vocês sentiu a minha falta(aparentemente), nenhum de vocês... ah, que importa! O tempo passou e o que me restou foi a infelicidade de ver o tempo passar. O que foi sinônimo de alegria, hoje em dia me assombra. O que eu desejo é tão pequeno perto do que certas pessoas precisam.
Não é questão de loucura, mas de sensibilidade. E sim, estou tão triste com tanta coisa que eu nem sei como começar. Eu tô até agora, na verdade, tentando descobrir como colocar tanto sentimento, tanta tristeza, tanto chororô nessas linhas tão vazias.
Tenho medo de estar me tornando depressiva, se é que isso existe. Acho que depressão é um estado, né? Desculpem-me de novo pela ignorância, mas não entendo nada de Psicologia. Tanto não entendo, que tenho a vida mais enrolada ...
Ah, deixa pra lá, que seja apenas um dia a ser esquecido.
Depende.
Nenhum de vocês voltou, nenhum de vocês sentiu a minha falta(aparentemente), nenhum de vocês... ah, que importa! O tempo passou e o que me restou foi a infelicidade de ver o tempo passar. O que foi sinônimo de alegria, hoje em dia me assombra. O que eu desejo é tão pequeno perto do que certas pessoas precisam.
Não é questão de loucura, mas de sensibilidade. E sim, estou tão triste com tanta coisa que eu nem sei como começar. Eu tô até agora, na verdade, tentando descobrir como colocar tanto sentimento, tanta tristeza, tanto chororô nessas linhas tão vazias.
Tenho medo de estar me tornando depressiva, se é que isso existe. Acho que depressão é um estado, né? Desculpem-me de novo pela ignorância, mas não entendo nada de Psicologia. Tanto não entendo, que tenho a vida mais enrolada ...
Ah, deixa pra lá, que seja apenas um dia a ser esquecido.
quarta-feira, agosto 01, 2012
Frisson .
Talvez seja tudo recalque. Nossa música realmente nunca mais tocou e isso faz mais de um ano. Nossos beijos, nosso envolvimento, nossa paixão... Tudo se foi, e você levou uma parte de mim: aquele brilho no olhar. Aquela mulher que corre atrás dos seus objetivos ainda existe. No entanto, o “take it easy, baby” levou-nos ao mais puro esquecimento, como uma penumbra que define um dia nublado.
Não posso dizer que não aproveitei durante todo esse tempo. Aproveitei sim. Se conhecer, acredito que seja a melhor parte de ser solteira. Saí com pouquíssimos caras. Talvez tenha me tornado mais exigente, sei lá. A verdade é que todos nós precisamos de um tempo.
Por todo esse tempo, tive medo da palavra tempo. Hoje vejo que ele é um grande aliado. Colocar a cabeça no lugar, para nós mulheres, é difícil. Mas hoje em dia vejo que tudo tem um porquê. Nossa despedida meio calorosa, nossos beijos e o seu olhar. Esse seu olhar aparece para mim até em sonhos. Sonhos, que às vezes, são até eróticos. Nossa estrada, estamos trilhando, e estamos alcançando nossos objetivos, quaisquer que sejam eles. E você permanece intacto, homem.
A fumaça do meu cigarro me lembra você, as risadas me lembram você.. E o mais importante: a música me leva a você.
É tão estranho, porque mesmo não vendo você, consigo te sentir... Parece como um velho amigo. Aquele que desaparece por décadas, mas ressurge, mais forte do que nunca.
Se eu pudesse definir um sentimento que paira esse negócio de escrever, eu poderia dizer que é a nostalgia. Como sempre. Me fodo com essa tal nostalgia. Nostalgia de merda, eu diria.
Você está em outra, eu estou em “outros”. Mas a hora do reencontro é a que mais me maltrata. Não que eu esteja esperando ansiosamente para isso. Não. Sei me colocar em meu lugar. Mas sei também que todo aquele frisson e tremedeira de canto de boca não se foi.
Você está aí, eu estou aqui. Bem de longe... Não me dói mais. A redescoberta da vida foi muito importante e, por incrível que pareça, amadureci. Hoje vejo que sou capaz de me tornar tudo o que eu quiser ser, basta tentar.
Todo sentimento daquela tarde de adeus permanece: a certeza de te reencontrar, e talvez tudo se reescrever. Cansei dos textos melancólicos sobre procurar alguém. A verdade é que tudo está muito bem resolvido, mesmo que aqui, de bem longe, para mim esteja embaçado. Afinal, era tudo delicioso.
Meu caro amigo, não se perca de mim. Sou feliz, estou feliz. Diria que radiante. As portas estão se abrindo para mim. Não esqueça de bater à porta quando for a hora.
quarta-feira, maio 02, 2012
O rapaz das costeletas .
Ela já reparara no rapaz algumas vezes. No passado,
eram praticamente raros seus encontros, mas ela sempre lembrava daquele rapaz
com as costeletas. Ela sempre teve uma queda por costeletas, ela achava um
charme.
A verdade é que, in fact, o cara tinha seu "quê" de sedutor e ela gostava daquilo.
A verdade é que, in fact, o cara tinha seu "quê" de sedutor e ela gostava daquilo.
Por uma consequência de acontecimentos, se
encontraram, flertaram, ficaram, treparam. E o adeus, no momento inesperado,
doeu muito.
Ela, muito magoada, sumira. Esbravejava em todos os
cantos. Aquele ar angelical no fundo guardava um monstro que cismava em
aparecer. Isso afastava os homens. Era isso que tinha estragado tudo!
No final, na fase da superação, que como diz Martha
Medeiros "O tempo não cura tudo. Aliás, o tempo não cura nada, o tempo apenas tira o incurável do centro das atenções.", a menina encontrou o rapaz de novo.
Lindão!
Mas que doía, doía, viu?.. Não entendera o porquê do rompimento.
Se
encontraram frente-a-frente. Isso era algo inevitável. O que doeu foi ter
começado a sentir tudo de novo: um turbilhão, uma sensação quase que incerta de
se explicar. "Cara abusado, ele realmente acha que vou cair no papinho de
novo?"
E
caiu. Na verdade se enfiou de cabeça nisso de novo.
Mas
o monstro ainda estava lá. Foda... "Não posso ficar com ele, tudo vai se
repetir, vou me estrepar de novo" - Ela pensava.
Mas
ele estava estranho. Ele precisava muito mais do que alguém, ele precisava de
ajuda. Sem saber o que fazer, não cumpriu o que prometera e ela, mais uma vez,
chorou pelo maluco das costeletas.
"Agora
chega! Vou procurar alguém que goste realmente de mim!". De fato, o cara
das costeletas apareceu novamente. E cumpriu o que prometera. Ficaram de novo.
Aquele
beijo gostoso, onde os lábios dançavam entrelaçados. Quando estavam
"juntos" eram como se fossem um só.
Ela? Essa garota é muito doida! É tão extrovertida
que às vezes acaba atropelando os outros com tanta coisa pra falar.
Ele? Um maluco com costeletas, que despertava nela
um intenso interesse.
Deviam se importar com o momento presente.
"Curtam!", a verdade é que ela só descobriu agora o quanto se sente
agradecida por você estar ainda optando por ela, ainda mesmo, já que ela é
muito doida.
A doida gosta mesmo de você, ela me afirmou isso
agora. O monstro foi embora.
Boa noite.
sábado, março 31, 2012
Monólogo existencial .
Se toca, queridão.
Você tem resquícios de doença mental: fala uma coisa e diz outra. Horrível, porque além de contraditório, você não consegue manter uma linha tênue entre ser sincero e lógico.
Se eu pudesse continuar, ainda diria que você é extremamente estranho e egoísta. Onde já se viu? Me trocar pelo seu futebolzinho? Pelo amor de Deus, né. Afinal, eu sou sua namorada.
Sou sua companheira para todas as horas. Até lavar sua roupa eu já lavei. Eu mereço um pouco mais de carinho, você não acha?
E todos aqueles momentos em que você precisou de mim e eu estava lá? Quando sua mãe morreu, quando você tinha que passar em concursos e eu ficava te esperando durante todo o tempo só para irmos dormir na mesma hora.
Sabe, isso não é justo. Para mim não dá mais... Eu já gostei muito de você, mas eu andei pensando e realmente preciso adquirir um amor-próprio que estando com você nunca existirá.
Desculpa, eu te amei, mas não te amo mais. Para mim acabou, chega. É o fim.
quarta-feira, fevereiro 22, 2012
Disposição .
Quando encontramos alguém que nos chama a atenção lutamos com ardor para que ela repare em você. Repare que pode-se ter algo em comum, que realmente tem-se algo em comum.
A verdade é que deve existir uma junção de fatores: além da atração, do papo, dos interesses em comum, deve haver disposição. Disposição pra quê? Para se envolver.
Muitos, em sua maioria, viveram traumas passados e por diversos motivos não estão dispostos a conhecer alguém novo, a descobrir o novo, o que o outro gosta, o que lhe agrada, o que se passa pela sua cabeça.
É muito difícil. Sim, muito.
Já passei por essa situação diversas vezes. Vejo uma compatibilidade, vejo uma afinidade incrível com a outra pessoa, mas ela simplesmente não está disposta, ou pode realmente não estar a fim de começar nada, de todos os compromissos que envolvem estar com alguém.
E ai eu fico pensando até quando vale a pena ser eu mesma. Será que devo parecer tão interessante para uma pessoa que nem tenho noção de como pensa, de como lida com a vida? Será que vale a pena? O fato é que devemos saber lidar com a arte da rejeição.
Arte da rejeição é gostar de alguém e mesmo assim seguir por saber que tentou e não deu. É não ter medo de tentar.
E haja disposição!
A verdade é que deve existir uma junção de fatores: além da atração, do papo, dos interesses em comum, deve haver disposição. Disposição pra quê? Para se envolver.
Muitos, em sua maioria, viveram traumas passados e por diversos motivos não estão dispostos a conhecer alguém novo, a descobrir o novo, o que o outro gosta, o que lhe agrada, o que se passa pela sua cabeça.
É muito difícil. Sim, muito.
Já passei por essa situação diversas vezes. Vejo uma compatibilidade, vejo uma afinidade incrível com a outra pessoa, mas ela simplesmente não está disposta, ou pode realmente não estar a fim de começar nada, de todos os compromissos que envolvem estar com alguém.
E ai eu fico pensando até quando vale a pena ser eu mesma. Será que devo parecer tão interessante para uma pessoa que nem tenho noção de como pensa, de como lida com a vida? Será que vale a pena? O fato é que devemos saber lidar com a arte da rejeição.
Arte da rejeição é gostar de alguém e mesmo assim seguir por saber que tentou e não deu. É não ter medo de tentar.
E haja disposição!
sexta-feira, janeiro 13, 2012
Nostalgia .
Acordei com uma puta nostalgia hoje.
Nostalgia da época da escola, de quando entrei na faculdade. Nem parece que faz tanto tempo assim, mas a vida passa rápido e às vezes percebemos o quanto sentimos falta de alguns momentos.
Sinto falta dos bilhetinhos da escola, das idas às casas de amigas escondida.
Sinto falta da dificuldade que era passar em matemática.
Sinto falta de flertar com os meninos mais bonitos do colégio, mesmo sabendo que era um tribufu.
Sinto falta da não preocupação com as coisas.
Sinto falta do curso técnico, da união que tínhamos.
Sinto falta da harmonia que existia quando entrei na faculdade.
Sinto falta de poder ter escolhido algo que tivesse mais a ver comigo, do que Letras.
Sinto falta de não colecionar tantos desafetos.
Sinto falta do namoro perfeito que tive.
Sinto falta do Orkut, haha. (NOT)
São tantos os momentos, tantas alegrias, tantas tristezas, tanta nostalgia.
É uma pena que isso tudo tenha se passado tão rápido.
E o que me restam são apenas lágrimas de resquício de uma memória ingrata.
Nostalgia da época da escola, de quando entrei na faculdade. Nem parece que faz tanto tempo assim, mas a vida passa rápido e às vezes percebemos o quanto sentimos falta de alguns momentos.
Sinto falta dos bilhetinhos da escola, das idas às casas de amigas escondida.
Sinto falta da dificuldade que era passar em matemática.
Sinto falta de flertar com os meninos mais bonitos do colégio, mesmo sabendo que era um tribufu.
Sinto falta da não preocupação com as coisas.
Sinto falta do curso técnico, da união que tínhamos.
Sinto falta da harmonia que existia quando entrei na faculdade.
Sinto falta de poder ter escolhido algo que tivesse mais a ver comigo, do que Letras.
Sinto falta de não colecionar tantos desafetos.
Sinto falta do namoro perfeito que tive.
Sinto falta do Orkut, haha. (NOT)
São tantos os momentos, tantas alegrias, tantas tristezas, tanta nostalgia.
É uma pena que isso tudo tenha se passado tão rápido.
E o que me restam são apenas lágrimas de resquício de uma memória ingrata.
quinta-feira, dezembro 15, 2011
Retrospectiva 2011 .
Acho que posso fazer minha retrospectiva de 2011, já que o ano está acabando...
Bom, esse ano foi marcante em vários aspectos.
O lado profissional se manteve, continuei estagiando e agora já estou no sétimo período da faculdade.. Só falta terminar a merda do Espanhol VI.
O lado emocional foi de mal a pior... Creio que nunca me decepcionei tanto e com tantas pessoas durante um ano. Chorei, sorri, chorei, sofri. Foi simplesmente cíclico e ainda não acabou. Quando acho que está dando tudo certo, algo acontece e tudo se arruina.
Eu só espero boas energias e vibrações para o ano de 2012.
Porque vou te falar.. Tá difícil.
Bom, esse ano foi marcante em vários aspectos.
O lado profissional se manteve, continuei estagiando e agora já estou no sétimo período da faculdade.. Só falta terminar a merda do Espanhol VI.
O lado emocional foi de mal a pior... Creio que nunca me decepcionei tanto e com tantas pessoas durante um ano. Chorei, sorri, chorei, sofri. Foi simplesmente cíclico e ainda não acabou. Quando acho que está dando tudo certo, algo acontece e tudo se arruina.
Eu só espero boas energias e vibrações para o ano de 2012.
Porque vou te falar.. Tá difícil.
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